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Life in Pink

Life in Pink

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E chegou o último dia. Não estou feliz. Não estou radiante. Estou bastante apreensiva na realidade. Quero aproveitar esta princesa ao máximo, brincar com ela até nos cansarmos. Pelo menos seis horas por dia afastada dela parece-me um abuso. E isto se os empregadores forem simpáticos, se não perdermos muito tempo em deslocações, se não nos pusermos a perder tempo com compras e afins, actividades por vezes necessárias. Eu sei que também nos faz bem, a mim e a ela, sairmos desta nossa conchinha. Aliás, não sei, quero acreditar que sim, apesar de tudo dentro de mim me indicar que não. Que esta redoma lhe faz bem, que ter a mãe a tempo inteiro lhe faz bem (depois leio estas coisas e acredito ainda mais no que a minha intuição me diz - https://www.maemequer.pt/desenvolvimento-infantil/desenvolvimento-fase-a-fase/parentalidade-positiva/tempo-que-as-maes-dedicam-aos-filhos/). Quero ser a pessoa preferida dela, eu sei que na adolescência perderei esse posto (ou até mesmo antes para o papá heheh), mas quero ser a pessoa dela. Em quem ela confia, o colo que vai querer sempre que se sentir mais desprotegida, o colo que sempre estará aqui para ela. Já tenho saudades dela, e ainda aqui estou. Voltar ao trabalho é uma treta. Blargh.