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Life in Pink

Life in Pink

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 Comer, Orar e Amar tornou-se conhecido através da adaptação ao cinema da auto-biografia de Elizabeth Gilbert. Esta escritora, com uma carreira promissora, decide partir aos 34 anos para uma viagem de auto-descoberta, motivada pela incapacidade de se sentir feliz, realizada com a vida tal como a conheceu até ao momento da decisão.

Um livro que nos pode inspirar, se ultrapassarmos o facto de não ser plausível para todos os que se sentem insatisfeitos com a sua situação real prosseguir este caminho, da auto-descoberta, em muito espiritual, mas sustentado em economias que têm de existir. Um livro que nos mostra que a felicidade está em pequenas coisas, como o prazer de comer uma bela refeição, como a capacidade de meditar, conhecer novas culturas, etc. Mas um livro com uma fraquíssima adaptação ao cinema. Julia Roberts é e continuará a ser uma grande actriz, mas o filme não passa de mais um drama/romance de Hollywood, que nada acrescenta à nossa vida, ao nosso conhecimento, à nossa cultura.