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Life in Pink

Life in Pink

eis.jpgFilme de Gavin Hood, com Helen Mirren e Aaron Paul como personagens principais.

EUA, Reino Unido, países em guerra contra o terrorismo. Com as novas tecnologias e os drones, a guerra ganha uma nova dimensão, uma parte da estratégia pode ser levada a cabo quase sem operacionais no terreno. Não obstante, a legalidade de qualquer acção deve ter em atenção os princípios de uma guerra justa e os tratados internacionais assinados relativamente a esse assunto. A guerra nunca será uma actividade que terá como pedra basilar a ética, mas como agir perante danos colaterais esperados? Quando se lança um drone, há todo um sistema de avaliação de danos colaterais a ter em conta - a vida das pessoas potencialmente atingidas faz parte de uma percentagem. Essa percentagem pode ser manipulada a favor de uma acção que se considera trazer mais benefício que custos para quem a leva a cabo.

O filme retrata uma situação política, a decisão de utilizar um drone para destruir uma casa que alberga terroristas, dois bombistas suicidas e uma terrorista bastante conhecida. No raio de danos colaterais da destruição a provocar, quer pelo drone, quer pelas bombas dentro da casa, está uma criança, o que levanta dúvidas para vários decisores mundiais sobre como agir. Enquanto uns não têm qualquer dúvida sobre a vantagem do lançamento do drone, outros ficam mais relutantes perante a possibilidade de morte de uma criança.

Filme bastante parado, na minha opinião 6/10.