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Life in Pink

Life in Pink

E assim de repente, sete meses passaram. Sete meses de amor a 4, de crescimento conjunto, sete meses de uma família mais completa. Foram meses desafiantes, primeiro a mamã doente, quando a mamã recupera, pequeno príncipe começa a dormir mal. Depois aparece o covid 19 e a vida da uma nova volta. Aprendemos a viver 24h/24h todos juntos. Aprendemos a partilhar afetos, além de tarefas! Aprendemos que o amor tudo supera e juntos somos fortes. E o baby F? Espero wow perceba que é muito amado, apesar da atenção partilhada com a mana e tarefas domésticas imprescindíveis. Aos sete meses o baby f continua a ser o maior patuscao, super sorridente e paciente. Adora a irmã, mesmo que ela não lhe ligue nenhuma. Sempre a olhar para a porta para a ver aparecer de manhã. Bebé comilão, com clara preferência para papas e fruta em vez de sopa e carne (quem não?). O desafio deste bebé são mesmo os sonos. Acorda uma a duas vezes por noite. Mas as sestas são diabólicas. Fica para outro post, que este serve pasta referir que o bebé é o máximo. Já se senta, tem coversinhas e faz imensos trejeitos com a boca. Hoje a almoçar, um clássico, começar a 'assobiar' com a comida na boca. Voou para todos os lados, mas já sabemos que alimentar uma criança é como entrar num palco de guerra. Baby F é o melhor. O nosso amor. O nosso bebé patuscão, que nos mostra que o amor não se divide, antes multiplica.

É bem sabido que estou a adorar esta fase. Os três anos são maravilhosos, os miúdos descobrem e aprendem a uma velocidade vertiginosa, têm tiradas magníficas, são muito perspicazes. Pequena princesa está super crescida, muito gira e fofa. A motricidade fina ainda precisa de ser desenvolvida, cortar com tesoura, por exemplo, é para esquecer. Paciência para montar Legos, pintar dentro dos riscos dos desenhos também roça o zero. É muito impaciente e fica furiosa. Nesta quarentena estamos a tentar aprender a comer de faca e garfo e hoje na hora de almoço, depois de duas tentativas falhadas de levar a comida à boca, atirou os talheres e zangou - se. A capacidade de resolução destas situações tem que ser trabalhada. Voltemos à perspicácia. As crianças ouvem tudo, temos que ter imenso cuidado com o que dizemos ao pé delas. Há uns dias queria fazer maquilhagem e pedia colo à avó para chegar à prateleira do armário. Ao que lhe disse que não podia ser, que a avó tinha dor de costas. Saiu furiosa do WC e ouvimo-la dizer no quarto, enquanto ia buscar uma almofada para tentar trepar à prateleira, estão - me sempre a enganar 🙈 Há uns dias, estava a ler - lhe a história de final de dia enquanto o pai tentava adormecer o mano. Depois de um pedido de silêncio do pai, sempre que a voz da princesa dúvida de tom, lá lhe pedia para falar mais baixo, senão o pai zangava-se. Ao que ela responde, se o papá vier barafustar, dizes - lhe para não fazer isso, que eu sou só uma criança. E é assim. Em bom. Pequena princesa ❤️