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Life in Pink

Life in Pink

Ouço e leio muitas vezes que quando nasce um bebé, nasce uma mãe. Sei que está implícito que nasce também um pai, mas esta vertente não costuma ser tão abordada. No nosso caso, é tão verdade que nasce um pai, um Super Pai, o que quiserem. A única coisa que lhe falta é paciência, mas ninguém é perfeito, não é? :p Lida com a princesa como ninguém, aquilo que dizem que nos é inato e descobrimos quando temos a criança nos braços - é tudo muito bonito, mas não é verdade. A pipoca adormece lindamente sozinha, no quarto dela, graças ao papá. As birras são atenuadas, as regras cumpridas, com o papá. A mamã ouve uma birra e tende a tentar acalmá-la sem pensar no que está a por em causa (regras, consistência), pois o importante é a princesa não chorar e estar bem, sentir-se amada. Óbvio que a existência de regras e de consistência na aplicação das mesmas é uma forma de amor, é ensinar à princesa como se faz, as birras que são escusadas, os limites que não deve ultrapassar. É claro para mim, para nós, mas o papá aplica esta consistência de forma natural sem qualquer problema, enquanto eu a aplico porque tenho a ajuda, os conselhos dele. Vou acreditar que nos complementamos e que também faço qualquer coisa bem nisto da parentalidade ;)