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Life in Pink

Life in Pink

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 Gosto de fazer desporto. É algo que me traz satisfação, deixa-me com mais energia (eu sei que pode parecer estranho, mas fico mais enérgica quando faço desporto do que quando não o pratico), mais feliz.

Dito isto, andava cheia de vontade de experimentar Padel. Senhor namorado tem jogado com colegas e tem chegado a casa todo satisfeito (uma vez com um braço esfolado, porque qualquer oportunidade é boa para se atirar para o chão!!?!). Combinámos um joguinho com amigos e lá fomos. Não é que eu, pessoa toda ativa (ok, já fui muito mais antes da pimpolha nascer, mas não tendo família perto, a coisa complica, ser mãe é um full time job), não atinei com aquilo? As bolas vinham e eu ficava estática, deixava-as cair aos meus pés sem reação. Quando acertava nas bolas, muitas vezes não cumpriam o requisito, ou era força a mais, ou eram bolas para o outro campo. Por momentos pensei que as senhoras do outro campo, altamente pros, daquelas que quando falham bolas mandam um chorrilho de asneiras (mas com roupa própria para o efeito, calção saia, topzinho, fitinha na cabeça, giro giro) invadissem o nosso campo e nos mandassem embora, de tal forma viam o jogo delas interrompido por bolas nossas, perdidas. Foi qualquer coisa de muito mau. Ganhámos. Eu cheguei a casa fresquinha, senhor namorado transpirava por todos os poros. Fiquei cheia de vontade de ir correr, mas tinha senhora minha mãe a tomar conta da piquena, já era hora de dormir da bebé e lá fomos até casa.

Bebé teve um fim de dia diferente, ficou toda baralhada, lá foi mais uma bela sessão para adormecer. Diz que para a semana há mais, a ver se perco a rigidez do corpo, se bato umas bolas em vez de fugir delas.